Jornalista Greenwald do Intercept Brasil recebe homenagem e depois repúdio na ALMG

POR José Aparecido Ribeiro – Jornalista

Na terça feira (16) a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou requerimento para que o jornalista americano Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil responsável por violar conversas da Operação Lava Jato, seja homenageado na casa legislativa mineira. André Quintão, deputado do PT e Beatriz Cerqueira do mesmo partido são os autores do requerimento.

Ambos usam o argumento de que o jornalista tem uma brilhante carreira no jornalismo investigativo em defesa da liberdade de expressão e de opinião. Greenwald ganhou holofotes e projeção nacional após o seu site The Intercept Brasil divulgar mensagens privadas entre o ministro Sergio Moro e integrantes da Operação Lava Jato, ainda sem confirmação oficial. Ele segue se valendo da liberdade de informação e sigilo da fonte, garantido pela Constituição Brasileira na Lei de Imprensa nos seus artigos 7º, caput 71.

Esta valendo a versão do jornalista que diz ter recebido de uma fonte anônima todo o conteúdo publicado, e nele o site mostra diálogos entre o então juiz da Lava Jato, atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, em diálogos com o Procurador Federal, Deltan Dallagnol, ambos de Curitiba e responsáveis pela prisão de dezenas de políticos e empresários envolvidos em falcatruas, incluindo o ex-presidente Luis Inácio da Silva, do partido de André Quintão e Beatriz Cerqueira.

No dia seguinte, porém, quarta feira (17) a Comissão de Segurança Pública da (ALMG) aprovou outro requerimento para que seja formulada manifestação de repúdio ao jornalista americano, por sua atuação contra a operação Lava Jato. O protocolo foi assinado pelos deputados Sargento Rodrigues (PTB), presidente da comissão, João Leite (PSDB), Delegado Heli Grilo, Coronel Henrique, Bruno Engler e Coronel Sandro, esses quatro do PSL.

Na mesma solicitação a Comissão aprovou ainda a manifestação de voto de congratulações a favor do ministro Sérgio Moro, assim como uma manifestação de apoio ao ex-juiz e a toda a equipe empenhada na Lava Jato, também assinada pelo deputado Bartô (Novo). O jornalista Greenwald é casado com o suplente do ex-deputado Jean Wyllys do PSOL, David Miranda. O ex-deputado é colunista do Jornal Folha de São Paulo, auto-exilado na Espanha logo depois da tentativa de assassinato do Presidente Jair Bolsonaro, alegando ameaça de morte para deixar o país.

jaribeirobh@gmail.com – whatsapp 31-99953-7945

7 thoughts on “Jornalista Greenwald do Intercept Brasil recebe homenagem e depois repúdio na ALMG

  1. Somente no Brasil um imbecil como este, de mais baixa categoria, pseudo advogado, poderia ser homenageado pelo honroso deserviço que vem prestando a sociedade brasileira.
    É algo que nos torna meros idiotas a assistir os desmandos esquerdopatas desses ptralhas oportunistas e fisiológicos da república.
    Que nojo! Vergonha de ser mineiro…

  2. Todos que atacam a lava jato, atacam a população! Deveriam ser impedido de entrar no BRASIL E SE ESTIVER SER BANIDO! Pois a CORRUPÇÃO mata a população de fome ! O QUE DIZER DA NOVA PREVIDÊNCIA COM TANTOS PRIVILÉGIOS, O TRABALHADOR NÃO SE APOSENTARÁ POIS, MORREMOS AOS 65 ANOS DE IDADE POR NÃO TER SAÚDE BASICA!!! COM TANTAS BENEFICIES EM 04 ANOS TEREMOS QUE NOVA REFORMA E TRABALHAREMOS ATÉ OS 70 ANOS PRA BANCAR AS OS BENEFICIÁRIO DE APOSENTAR MAIS CEDO SE VIVO ESTIVERMOS!!!!!

  3. Homenageado, e em Minas? Não merecemos isso! Este cínico, dissimulado deveria ser preso e deportado!!

  4. O Glenn Greenwald não é jornalista, é advogado e por assim sê-lo, deveria ser legalista, preservar a sua fonte, a legalidade e comprovar a veracidade da informação, que até o momento não aconteceu e por isso deveria ser desconsiderada.

    O Greenwald é o verdadeiro deputado. David Miranda é o “boneco de ventríloquo”.

    As autoridades brasileiras devem exigir a apresentação das mensagens, se é que existem, fazer a perícia. Sendo autênticas, analisadas. Se houver crime contra a nação brasileira e seus cidadãos, que haja punição enérgica, o que não creio que tenha.

    A tolerância deve existir dentro do limite da razoabilidade e da lei.

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