“O que decidiu na duração do surto de contagio de uma determinada cepa da Covid foi a imunidade natural coletiva dos curados” – Osmar Terra

Para qualquer médico honesto, verdadeiramente hipocrático e que possui o bom hábito de estudar e se atualizando, sem interferências ideológicas ou da imprensa atomata, via de regra a serviço da indústria farmacêutica, a imunidade de rebanho é o melhor remédio para acabar com qualquer surto de contágio de doenças virais.
Este é um fato cientificamente provado, e foi assim também com a “vacina” que não é vacina, mas uma terapia gênica para as cepas da Covid, que sempre chegaram atrasadas e não imunizam. O tempo de testagem e produção destes inóculos, em escala, foi sempre maior que o de existência das cepas ou variantes. Foi e continua sendo. Quem ganha com isso? Evidentemente que a indústria farmacêutica em conluio com governos e agentes públicos desonestos.
Para o médico e neurocientista Osmar Terra, os ciclos das variantes do vírus são de mais ou menos, 13 a 16 semana. O Blog conversou com ele sobre o tema. Osmar foi secretário de saúde do seu estado e enfrentou epidemias e hoje é Deputado Federal pelo MDB-RS: “Quando a vacina começa a ser aplicada na população, a cepa ou variante já deixou de existir e foi substituída por outra para a qual a vacina não tem efeito,” garante o especialista e parlamentar.
Osmar Terra alerta ainda para o fato de que os erros são grotescos e permanecem: “Nunca se conseguiu fazer vacinas para controlar um vírus durante uma pandemia. Portanto o que foi decisivo na duração do surto de contagio de uma determinada cepa da Covid foi a imunidade natural coletiva dos curados”, adverte.
Portanto, não é difícil deduzir que estamos repetindo erros que não deveriam ser aceitos pela comunidade científica. O Deputado adverte para que as autoridades de saúde não repitam esses erros no futuro: “Quando ocorrer, tomara que não, uma nova pandemia: o passaporte sanitário – atestado de vacinação para a Covid, que foi obrigatório em todo o país, proibia uma parcela da população de ir a bares, restaurantes, clubes, lugares de convívio comunitário, frequentar o trabalho( foi causa de muitas demissões) e escolas, Universidades e até na praia, que seria o melhor lugar para as pessoas estarem, adquirindo imunidade natural através do sol”, lembra.
Mesmo a vacina experimental mostrando ser ineficaz, não impedindo a contaminação, continua havendo opressão, sobretudo em relação a vacinação de crianças. Não custa lembrar que estas inoculações não impediram, por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro de estar entre os 10 piores lugares do mundo em mortalidade por Covid.
Os erros parecem não ter sensibilizado o governo federal e parte da justiça: “O Brasil é o único país do mundo que vem exigindo, sob coerção, vacinação para crianças de 6 meses a 5 anos, cujo índice de agravamento da Covid é praticamente zero, e os efeitos a médio e longo prazo são imprevisíveis, com possibilidades de sequelas irreversíveis. O país vive sob uma ditadura sanitária de consequências catastróficas para as futuras gerações”, vaticina o médico e deputado do Rio Grande do Sul.
José Aparecido Ribeiro é jornalista e âncora do MPV
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