O maior GOLPE da história contra o Agronegócio Brasileiro, liderado por Lula da Silva

A decisão pode significar empobrecimento e caos para milhões de pessoas que vivem no campo e nas cidades

Foto: Agência Brasil

Parece não restar dúvidas de que Lula da Silva está cada dia mais desconectado da realidade, e sem o juízo necessário para governar o Brasil, abrindo espaço para oportunistas que gravitam em torno do poder central, ávidos por extorquir a burra e transformar Brasília em um balcão de negócios. Ou existe outros interesses inconfessáveis?

O mundo que Lula vive não é o dos mortais, e as provas disso não param de se multiplicar. Só que agora, sua decisão poder afetar um dos setores mais importantes da economia do país, motivo de orgulho da nação, e que foi esteio para que o Brasil superasse a pandemia sem mergulhar em uma recessão. É através do agronegócio que o Brasil vem sendo reconhecido internacionalmente e respeitado como país sério, celeiro mundial, capaz de honrar seus compromissos.

Ao suspender os financiamentos subvencionados do Plano Safra 2024/2025, devemos lembrar de uma das palavras que a esquerda mais gosta: não é apenas um GOLPE, trata-se pois de um tiro de bazuca na segurança alimentar e na economia nacional, com repercussões internacionais. Lula já fez várias críticas ao setor, que parece estar sendo vítima de uma vingança, face a sua proximidade com o seu maior fantasma – Jair Bolsonaro. Mas nunca foi tão longe, a ponto de cortar o crédito que permite os pequenos e médios produtores, existirem.

A decisão pode significar empobrecimento e caos para milhões de pessoas que vivem no campo e nas cidades, reconhecidas pela paixão e dedicação ao agro, movimentando uma máquina gigantesca. Para quem se diz defensor do emprego, apresentando números que deixam até os mais cético perguntando o que está acontecendo, se os dados  do IBGE, realmente são confiáveis. O governo não  parece preocupado com os empregos. A quebra de produtores vai gerar desemprego em massa no campo, e isso é uma contradição entre o que se fala e o que se pratica no governo petista.

Menos oferta de alimentos, significa alta dos preços, inflação descontrolada e sofrimento para a população. E aí não vai adiantar pedir que o povo não compre quando o preço estiver nas alturas com prateleiras vazias. Trata-se de sobrevivência e de direitos elementares, que, se negados, pode gerar uma convulsão social. Com efeito, se levar a cabo a ideia e não for urgentemente barrado este plano, as exportações de alimentos podem despencar e ter consequências drásticas na economia de todo o planeta.

Foto. Acervo pessoal Manoel Mario de Souza Barros

O Blog conversou com uma das maiores lideranças do setor, o presidente da Academia Latino Americana do Agronegócio, que também é diretor da Rede Alysson Paulinelli de Sustentabilidade, membro do  Conselho Superior da Federação da Indústria do Estado de São Paulo – FIESP (COSAG),  Manoel Mário de Souza Barros sobre esta decisão atabalhoada de Lula da Silva: A suspensão das linhas de financiamento do Plano Safra 2024/25 representa um duro golpe para o agronegócio brasileiro e gera preocupações significativas para a segurança alimentar, tanto no Brasil quanto no mundo. O crédito rural subsidiado é um dos principais instrumentos de política agrícola, permitindo que produtores invistam no aumento da produtividade, modernização e sustentabilidade de suas operações”, relata o presidente.

Souza Barros vai além e faz uma alerta importante sobre a decisão do governo: “Com essa paralisação, muitos produtores, especialmente os médios e grandes, enfrentarão dificuldades para acessar recursos essenciais para o custeio e investimento, o que pode resultar em menor produção, redução de área plantada e até mesmo aumento dos custos dos alimentos. No longo prazo, essa instabilidade prejudica não apenas o setor agropecuário, mas também toda a cadeia produtiva e o abastecimento global, dado o papel estratégico do Brasil como um dos maiores fornecedores de alimentos do mundo”, vaticina o diretor da Rede Alysson Paulinelli de Sustentabildade.

O Brasil fornece carnes, grãos e alimentos essências para dezenas de outros países. De produtor e exportador, o país pode acabar virando importador. E se já está difícil para a população manter a segurança alimentar nas condições atuas, imagine na dependência?  A decisão estapafúrdia abre caminho para especulações e exige respostas sobre questões elementares de segurança nacional: A quem interessa essa ação que vai contra a economia e a segurança estratégica do país.

Não é segredo para qualquer pessoa minimamente esclarecida que o mundo vive de olhos arregalados para o Brasil, em especial os que sabem do valor de terras férteis e o que elas representam para o futuro do planeta. Imagine o que poderá acontecer com a soberania se  produtores chegarem ao ponto de ter que vender seus ativos e suas propriedades para pagar dívidas? Imagine terras agricultáveis brasileiras nas mãos de globalistas que só pensam em lucros rápidos e não possuem qualquer compromisso com as questões sociais do país, conhecidas e cada vez mais distantes de serem resolvidas?

Tudo isso nos faz questionar se o governo “socialista” de Lula da Silva não está querendo exatamente é criar dependência para em seguida disponibilizar auxílios infindáveis, aumentando a massa de explorados que já não querem trabalhar para receber auxílio estatal. É nessa parcela gigantesca da população que está o eleitorado da esquerda brasileira, cuja moral, de longe, é a dos homens de bem. Para eles os fins justificam os meios. Está escrito na cartilha de Antônio Gramsci, cuja leitura é recomendável para a “turma do deixa disso”, os que ainda não perceberam a extensão do risco que o país corre nas mãos dessa gente.

Portanto, a notícia mexe com os interesses mais elementares de todos os brasileiros e precisa ser repensada urgentemente, pois significa risco altíssimo de miséria, crise econômica e até fome para milhões de pessoas inocentes que querem apenas ter o direito à vida e dignidade. O agro sempre foi um dos setores mais importantes e estratégicos para a economia nacional, o que ficou comprovado durante a pandemia, não permitindo que o país entrasse em uma recessão.

Qualquer medida que enfraqueça o agro brasileiro pode significar escassez e declínio ainda maior da qualidade de vida de uma população que já sofre pelo baixo nível sócio cultural. Ainda existem pessoas esclarecidas tergiversando sobre os verdadeiros interesses da esquerda e as consequências disso para as futuras gerações. Sobretudo os que se dizem avessos à política.

“O agronegócio brasileiro precisa de previsibilidade e de políticas públicas estruturadas para continuar cumprindo sua missão de alimentar a população e gerar riqueza para o país. A suspensão do crédito rural por falta de orçamento sinaliza a necessidade urgente de um debate mais profundo sobre a sustentabilidade do financiamento agrícola e a busca por soluções que garantam segurança financeira ao setor. O agro não pode parar, e o Brasil não pode comprometer sua liderança no cenário global por falta de planejamento e gestão eficiente dos recursos”, encerra o membro do COSAG/Fiesp, Manoel Mário de Souza Barros.

Com efeito, o modus operandi da esquerda, insisto, está escrito e vem sendo executado paulatinamente há 40 anos. Trata-se de uma estratégia para destruir o que é mais caro para as famílias brasileiras, sobretudo as que professam a fé Cristã, e que são defensoras da liberdade, da religião e do livre mercado. Os sonhos de milhões de pessoas, que não aceitam ser subjugadas por ideologias sem compromisso com a vida, que querem tão somente escravizar e manter populações inteiras na dependência de migalhas, estão em risco e grave ameaça.

José Aparecido Ribeiro é jornalista e editor

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By zeaparecido

José Aparecido Ribeiro é Jornalista, Bacharel em Turismo, Licenciado em Filosofia e MBA em Marketing - Pós Graduado em Gestão de Recurso de Defesa

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