NO MEIO DO CAMINHO TEM UM MURUNDU. TEM UM MURUNDU DO MEIO DO CAMINHO!

No meio do caminho tem um “murundu”; tem um “murundu” no meio do caminho. Buracos mal tampados, asfalto desnivelado, tampas de ferro de pernas para o ar, serviço de recapeamento feito “nas coxas”, sinais em cada esquina e sem sincronia, gargalos que se multiplicam, sinalizacao vertical e horizontal capaz de confundir até motoristas de táxi, e ninguém se manifesta. Janeiro acabou, e começa o martírio de quem se desloca por BH a partir de quarta feira dia 1/2 tendo que enfrentar os mesmos problemas de sempre. Se não está parado no trânsito queimando combustível atoa, poluindo o meio ambiente, o cidadão belo-horizontino, em movimento, é obrigado a desviar das patacas mal feitas por empreiteiros sem compromisso que prestam serviços para a GASMIG, CEMIG, COPASA OU OPERADORAS DE FIBRA ÓTICA. É Impossível circular pela cidade sem encontrar pelo caminho piso esperando por manutenção que não vem. Não há exceções, a cidade inteira aguarda por asfalto de qualidade, pelo menos nos principais corredores, saturados pelo trânsito e pelos  murundus, alguns inclusive ja se tornaram parte do equipamento urbano ha décadas, invisíveis aos olhos dos agentes públicos. Com efeito, o asfalto está destruído e a SUDECAP segue cega, surda e muda, quando muito tampando buracos. Prova de desrespeito ao patrimônio publico, embora tenha em seu quadro de funcionários, mais de 650 pessoas. Um absurdo que salta aos olhos e que está passando desapercebido pelo prefeito e sua entourage, mais perdida do que cego em tiroteio.

Jose Aparecido Ribeiro

Autor do Blog SOS Mobilidade URBANA

 

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