Associação de “Médicos pela Vida” REPUDIA vacinação em crianças com experimentos que não podem ser chamados de vacinas

 “Médicos pela Vida” ALERTA para os riscos da vacinação em fase de teste nas crianças

Foto: Divulgação Clinicaltrials – USA

Em Carta Pública enviada ao Ministério da Saúde e as autoridades sanitárias, políticos e entidades médicas nesta quarta-feira (7), o grupo “Médicos pela Vida – MPV”, que é uma associação com mais de 30 mil médicos, de várias partes do Brasil, REPUDIAM a vacinação com experimentos em fase de teste nas crianças brasileiras.

Eles denunciam os malefícios e os riscos da vacinação em massa, a falta de transparência e arranjos de carta marcada nas Audiências feitas pelo Ministério da Saúde para Consulta Pública que decidiu pela liberação da vacinação em massa de crianças, sem prescrição médica. Veja na íntegra a Carta dos Médicos pela Vida intitulada “EXPERIMENTOS DA COVID NAS CRIANÇAS I”.

CARTA PÚBLICA DE REPÚDIO Á VACINAÇÃO DE CRIANÇAS

O Médicos Pela Vida (MPV) vem a público  expressar repúdio à autorização do ministério da saúde para que estados e municípios vacinem crianças de 5-11 anos com produtos que se encontram em fase de experimento.

Recorremos aos registros oficiais do Clinicaltrials.gov do NIH do governo dos EUA que apontam o ano de 2026 para conclusão dos estudos de eficácia e segurança do que, equivocadamente chamam de vacinas. Até lá, a inoculação é temerária e representa riscos reais, alguns já conhecidos e outros desconhecidos.

Sendo assim, a população deve ser informada de tais riscos e incertezas quanto à eficácia e segurança, como descritos na bula pela  própria fabricante Pfizer. Todo participante de ensaios clínicos deve ser voluntário e assinar termo de consentimento livre e esclarecido, conforme o Código de Nuremberg, a Declaração de Helsinque e a Resolução 466 do ministério da saúde que trata de experimentos em seres humanos.

As crianças na faixa etária de 5-11 anos não fazem parte dos grupos de risco. Portanto, não se justifica o inóculo. Além disso, as curvas de contágio pelo vírus SarsCov2 seguem em queda desde março de 2021, não sendo plausível expor a população com menor idade à produtos que ainda se encontram em desenvolvimento.

No curtíssimo tempo de observação, para cada caso de covid evitado tem-se 170 casos de miocardite que pode levar à morte ou sequelas irreversíveis; sem contar morte súbita, pericardite, infarto agudo do miocárdio e outras. A relação de malefícios x benefícios não compensa introduzir a inoculação em crianças.

Foram ignorados os estudos que falam sobre os malefícios. O órgão parece muito mais preocupado com a quantidade de doses compradas e disponibilizadas do que propriamente com a eficácia e segurança do produto. 

Inúmeros estudos sobre as novas variantes como Delta e Ômicron e o escape das vacinas, simplesmente são negados, assim como os alertas do CDC dos EUA que informou à população totalmente vacinada da possibilidade dela continuar transmitindo a doença. Maior comprovação é o fato de cinco navios de cruzeiros que operam na costa brasileira terem apresentado surtos de covid nas últimas semanas.

Todos seguiram os protocolos da ANVISA, que incluía somente  passageiros totalmente vacinados. Esses surtos de covid19 entre totalmente vacinados ocorreram não só no Brasil, mas em cruzeiros em vários locais do mundo.

Lembrando que dos mais de 200 países, apenas 39 (todos ocidentais ou sob influência direta da indústria farmacêutica) aprovaram a inoculação em crianças, mesmo assim apenas naquelas portadoras de comorbidades. 

É necessário retomar a lucidez e o controle dos conflitos de interesses. A lei precisa ser respeitada. Não só a brasileira, mas os tratados internacionais que integram o nosso arcabouço jurídico. Com efeito, a lei diz que os experimentos vacinais tem uma rotina para sua execução: campanha publicitária de esclarecimento; divulgação das bulas; termo de consentimento livre e esclarecido assinado; liberdade de escolha; vetada participação de crianças; e clareza sobre quem são os responsáveis pelo experimento.

Constatamos com tristeza um país que não preza pelos seus! Que desrespeita a ciência e ignora seus próprios interesses optando pelos interesses econômicos de terceiros. A soberania nacional deve ser retomada e os interesses do povo colocados em primeiro lugar com dados de realidade, transparência, e preservação dos direitos fundamentais. 

O Conselho Mundial para a Saúde declara que as “vacinas” Covid-19 são perigosas e inseguras para uso humano. A fabricação, a venda, a administração e promoção dessas injeções vão contra os princípios fundamentais do direito consuetudinário, direito constitucional e justiça natural.

Por fim, vacina não é sinônimo de saúde. Vacina faz parte das ações de promoção da saúde, de prevenção. Portanto, assim como comer, dormir e se exercitar, que são medidas básicas de promoção primária da saúde, as vacinas só se tornam parte desta promoção se fizerem bem.

Qualquer vacina que traga dano ou risco a saúde deixa de ser justificável, e não pode ser obrigada, mesmo para o bem, que dirá sob o risco de matar ou deixar sequela permanentemente. As vacinas contra varíola, BCG, poliomielite, hepatite B, são vacinas.

Nenhuma delas apresentou surto após a imunização. Os experimentos da covid19 não são vacinas. São experimentos. Apresentam surtos pós-inoculações únicas ou múltiplas, não evitam transmissão e ainda podem causar outras doenças e até matar. 

Tudo já fartamente documentado. Por que a insistência? A quem interessa? Por que a grande imprensa não divulga a verdade?

Coordenação dos Médicos pela Vida

José Aparecido Ribeiro é jornalista

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By zeaparecido

José Aparecido Ribeiro é Jornalista, Bacharel em Turismo, Licenciado em Filosofia e MBA em Marketing - Pós Graduado em Gestão de Recurso de Defesa

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