Comércio busca proteção do poder judiciário contra a politização da pandemia

Foto: Acervo TJMG – Presidente Gilson Soares Lemes 

Comércio de BH fechado há mais de 350 dias busca respaldo para reabertura no TJMG

Na tarde desta quinta-feira (15) o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG, desembargador Gilson Soares Lemes, recebeu em seu gabinete lideranças empresariais com o propósito de intermediar diálogo com o executivo municipal na tentativa de encontrar meios para minimizar os impactos do fechamento da capital que já dura mais de 350 dias e que provocou quebradeira generalizada no comércio. Existe a preocupação de que a pandemia esteja sendo politizada com fins eleitoreiros.

Participaram de forma presencial na sede do TJMG o superintendente administrativo adjunto do TJMG, desembargador José Arthur Filho, o colega também  desembargador Catta Preta, da 2ª Câmara Criminal, o presidente da Câmara dos Diretores Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza que foi o articulador do encontro. Por meio da web o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais (FCDL-MG), Frank Sinatra, o 2º secretário da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), Rony Anderson de Andrade Rezende, e o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues.

O presidente Gilson Lemes recebeu com atenção e preocupação as reinvidicações dos representantes do comércio que revelaram  o drama de quem faliu graças às medidas radicais tomadas pelo prefeito Alexandre Kalil no mais longo lockdown do mundo, e os impactos disso nos empregos e na própria arrecadação do município que depois do fechamento do comércio teve consequências catastróficas na economia do município, bem como na sobrevivência de milhares de famílias que se encontram na iminência de não ter o que comer.

O desemprego é uma realidade na capital e a quebradeira não para, aumentando o drama de empregados e pequenos empresários, hoje em situação de desesperadora. O presidente do CDL-BH fez questão de salientar que o vilão da Covid-19 não é o comércio e muito menos os prestadores de serviços, pois os estabelecimentos cumprem protocolos, inclusive bares e restaurantes, os mais prejudicados até aqui. Lembrou que ao contrário dos ônibus da capital que circulam com frota e horários reduzidos com a conivência da PBH, o comércio respeita e incentiva o uso de máscaras, distanciamento e hábitos de higiene capazes de evitar o contágio.

O presidente Gilson Lemes se prontificou dentro das limitações e atribuições do TJMG a mediar e promover o diálogo, sem se afastar das responsabilidades do tribunal na proteção da população, guardando os direitos fundamentais e sobretudo o rigor da lei em caso de uso da máquina pública para fins eleitoreiros. Ele disse que será o primeiro agir se  perceber que existe disputa eleitoral antecipada para governo de Minas. Na opinião de empresários, o fechamento desnecessário da cidade comprovado por lockdowns ineficases estão sendo bancados com fins eleitoreiros, aumentando o sofrimento da população que não tem a quem recorrer.

Lembraram que a vocação da cidade é o comércio e o serviço e que o recolhimento de impostos depende da atividade econômica, fechados há mais de 350 dias desde quando começou a pandemia em 23 de março de 2020.

Fontes dentro da PBH informaram que o prefeito está propenso a atender aos chiliques da ala militante de  professores da UFMG e dos vereadores de esquerda que pregam a manutenção do fechamento. Porém as pressões de trabalhadores e empresários pelo retorno imediato das atividades econômicas está sendo maior. A arrecadação do município despencou. Não é segredo para ninguém que as decisões dentro da PBH respeitam os interesses do PT, PCdoB, Psol, Rede, PSB, PSD, PSDB, e outros partidos da base aliada de Kalil, que tem na Câmara Municipal maioria, cerca de 33 vereadores obediente às determinações do prefeito e de sua pupila Maria Caldas, a prefeita de fato da capital Mineira.

José Aparecido Ribeiro é jornalista em BH

Contato:  jaribeirobh@gmail.com Whatsapp 31-99953-7945 – www.zeaparecido.com.br

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4 thoughts on “Comércio busca proteção do poder judiciário contra a politização da pandemia

  1. Como é bom saber que o sentimento de luta está tomando conta da cidade. Tenho a certeza que muita coisa ainda vai acontecer para que a situação de BH e das outras cidades de Minas se resolvam. Pessoas que enxergam a verdade, sabem onde está o núcleo do problema e vão atrás da solução.
    Tem um ditado popular que diz que ” quando água chega ao bumbum a gente aprende a nadar”, pena que para alguns não aconteceu isso, puderam ficar em casa recebendo seus polpudos salários, e tomando partido para o fechamento de tudo.
    Mas de uma maneira ou de outra, a situação acaba atingindo a todos.
    Deus abençoe essa tomada de consciência de quem tem coragem de tomar atitudes.

  2. Parabéns! Lendo esta reportagem ,juntando com a reportagem da Record com sua participação , talvez ,este prefeito seja mais pressionado !!! Assim espero!!! Agora ,o pouco que pesquisei é um petista irredutível!!! Tem certeza que Lula será o novo presidente e ele será agraciado como ministro!!!!

    1. Pois espero com fé que esteja errada. Me junto aos muitos que acreditam que ele não consegue se eleger nem para síndico de condomínio.

  3. Meus caros Amigos cem palavras ,?as
    Agora mesmo estava vendo outros comentário relacionado ao mesmo
    Assunto ok eu acho que Grandi covardia quantas pessoa k já estão
    Pq temos poblema demais ainda vem eles essa ideia malucaeu penço
    Não estão pençando em ninguém vámos ver até onde vai,
    Era hora da sociedade parte pra como e cobra seus direito pq elas pegao emposto
    Ak nos ainda estamos dominando o prefeito k vem com essa estoria
    Tá indo cem muinta exigência,Tá vacinado la vai quem que e e assim.

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