Comunidade Científica aponta conflitos de interesse na entrega do Nobel de medicina 2023

Pelo twitter Dr Robert Malone foi um dos que protestaram não só contra a premiação, mas para denunciar fortes laços da empresa Karolinska, responsável pelo Nobel, com a gigante Pfizer

POR: Dr. Jandir Loureiro – Médico Emergencista e RQE em Radiologia

Robert Malone foi pioneiro no desenvolvimento da tecnologia RNA mensageiro com estudos que datam ainda do final dos anos 80. Nesse experimento, o conhecido cientista trabalhou junto com Philip Felgner, inventor das primeiras nanopartículas de lipídio. Malone misturou o RNA mensageiro com a nanopartícula de lipídio e foi o primeiro a injetar essa combinação num organismo vivo, algo indelével na história da medicina.

A mídia tendenciosa tende a atribuir a insatisfação de Malone com a vacinação experimental em massa pela falta de reconhecimento do seu trabalho científico, num claro ataque ad hominem. O cientista, por sua vez, tem qualificação e legitimidade como poucos no mundo para contestar o experimento genético. Ele denuncia os conflitos de interesses e laços financeiros da empresa Karolinska, que gere o prêmio, com os responsáveis pelo desenvolvimento de vacinas.  Em sua mensagem no Twitter demonstra aportes milionários da Pfizer para a Karolinska Institute e parceria entre este instituto e a Moderna. Na gíria popular, teve ou não teve marmelada? Tudo indica que sim!

Agora, mais do que nunca se percebeu que a indicação do prêmio Nobel acontece por questões políticas e econômicas, deixando o mérito científico em segundo ou terceiro plano. Por outro lado, a batalha de médicos como Robert Malone, é exclusivamente humanitária e quase sangrenta pela quantidade de ataques sofridos por esses profissionais, não só contra sua honra. Não raro, um desses cientistas é encontrado morto em condições pouco esclarecidas. Uma máquina de propaganda e ódio só visto na Alemanha de Hitler, e que estimula a desumanização e destruição dos seus opositores.

Ainda sobre o RNA mensageiro, Malone idealizou essa tecnologia para tratamento de neoplasias do sistema nervoso central, intratáveis com quimioterápicos, impedidos de chegar ao alvo pela barreira hematoencefálica. A proteína spike, por sua vez, é quebradora de paradigmas orgânicos e chega a locais inesperados, inclusive no encéfalo, além do miocárdio, ovários e testículos, já demonstrado por vários patologistas, inclusive o Ryan Cole. Mais um fact checking: “não é verdade que a proteína spike se deposita no cérebro, coração e aparelho reprodutor”. No entanto, contradizer uma verdade não a torna mentira. Mentir mil vezes não torna a informação verídica. Haja checadores e todos muito bem financiados!

Usar uma terapia gênica num paciente em estágio terminal é uma coisa. Induzir toda a humanidade com riscos desconhecidos é outra completamente diferente. Não é por acaso que Robert Malone se surpreendeu quando sua descoberta fora aplicada na produção de plataformas vacinais.

A tecnologia desenhada por Katalin Karikó e Drew Weissman não é inócua, e não só Malone que está dizendo isso. Além de ser encapsulada pela nanopartículas que seu colega Felgner criou, para permitir que o RNA mensageiro viaje até o seu destino, ou seja, o  interior das células (não! não fica só no braço!) seria necessário driblar o sistema inato que reconhece o RNA exógeno como agente agressor e o destrói. Então, foi necessário produzir um truque biológico para modificar o RNA. O problema são as graves consequências desse RNA modificado ou modRNA (o tema foi esmiuçado nesse artigo).

Karikó e Weissman descobriram que a interação orgânica com a uridina, o nucleotídeo do RNA representado pela letra “U” era o responsável por desencadear uma resposta imunológica que destruía o material genético antes que ele pudesse ser absorvido e traduzido pelas células. Então, a dupla de cientistas manipulou o RNA mensageiro para que a uridina fosse substituída pela pseudouridina, representada pelo “psi”, uma letra grega em forma de candelabro “Ψ”. Com essa nova conformação modificada, o RNA exógeno conseguiu escapar do sistema de checagem inato, os Toll like receptors (TLR-7 e TLR-8), e pior, sem prazo para acabar. Seria importante saber essa informação: quanto tempo a proteína spike é produzida, porém ninguém sabe.

O custo-benefício dessa manipulação genética tem se mostrado negativo. A Cleveland Clinics mostrou mais casos de Covid-19 em pacientes totalmente vacinados (traduzido do inglês fully vaccinated). Além do stress corporal pelo fato do RNA mensageiro utilizar a maquinaria celular para produzir a proteína mais tóxica desse vírus (importante lembrar que existem mais de 20 proteínas específicas que poderiam ter sido usadas) e esta relacionada à trombose. Não podemos esquecer que a proteína artificial é sempre desatualizada em relação à cepa circulante, o que gera a produção de anticorpos também desatualizados ou subneutralizantes. Tudo isso pode induzir a exaustão imunológica e ao depósito endotelial produzindo uma síndrome semelhante a pós-covid que alguns autores estão chamando de Síndrome pós-spike.

Qual mérito em transformar um organismo vivo numa fábrica de proteína Spike e que ainda pode ser eliminada para terceiros através secreções pelo efeito Shedding, isso também demonstrado cientificamente. Por fim, vale lembrar que a Dra Katalin Karikó foi vice-presidente da Pfizer até 2022, mas isso é só coincidência.

Diante de tantos erros de condução da pandemia, incluindo a obrigatoriedade das inoculações em massa e pior, obrigando populações de baixo risco, como as crianças e adolescentes com evidências de maior número de casos de miocardite, infartos e tromboses em faixas etárias praticamente inéditas, agora se tornando fato corriqueiro, quando não caem para morte. Por tudo isso,  enaltecer uma descoberta que está custando milhares de vidas não soa nada bem. O imunologista Dr Roberto Zeballos também criticou a premiação, assim como os participantes do grupo Médicos Pela Vida. Não tem cabimento premiar quem induziu a humanidade a um dano imunológico irreversível.”

  • Dr. Jandir de Oliveira Loureiro Junior é formado pela UNI-RIO, concursado na rede municipal do SUS – RJ, Pós graduado em Radiologia e Diagnóstico por Imagem e Medicina do Trabalho no Hospital Santa Casa do RJ  e RQE em ultrassonografia – Foi emergencista durante a pandemia, no Polo Gripal de Silva Jardim, município que manteve um dos menores índices de letalidade por Covid em todo o estado do Rio de Janeiro. É Coordenador da Comunicação dos Médicos pela Vida, palestrante e membro da organização dos dois Congressos Mundiais sobre Covid que aconteceram no Brasil em 2021 e 2022. Estudioso da Covid-19 e dos efeitos das vacinas experimentais.

José Aparecido Ribeiro é jornalista e âncora do MPV

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By zeaparecido

José Aparecido Ribeiro é Jornalista, Bacharel em Turismo, Licenciado em Filosofia e MBA em Marketing - Pós Graduado em Gestão de Recurso de Defesa

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