Diesel acumula alta de 42% e caminha para R$6

Este é o sexto aumento consecutivo do diesel. As consequências são imprevisíveis

Foto: Acervo Blog

Novembro começa com a sexta alta consecutiva no preço do diesel, com o valor do litro acima da média de R$ 5, é o que revela o último levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL). No comparativo com o fechamento de setembro, o aumento foi de 5,76%, com o litro comercializado a R$ 5,214. Quando o valor é comparado à média de outubro do ano passado, a diferença chega a 42%, pois os motoristas encontravam o combustível nas bombas a R$ 3,683.

“Como já sinalizava na primeira quinzena de outubro, o preço do diesel se confirmou com um novo avanço nos valores, cenário que deve se repetir no próximo período em razão do último anúncio de alta de 9,5% no repasse do combustível às refinarias. Os postos devem refletir esse aumento nas bombas nos próximos dias”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Desde o início do ano as bombas de todo o País registraram aumentos consecutivos para o combustível, com exceção de abril. O tipo S-10 fechou o mês outubro com média de R$ 5,306, avanço de 6,48% no comparativo com setembro. Em todas as regiões brasileiras, tanto o diesel comum quanto o S-10 também ficaram mais caros nos postos. A Região Nordeste registrou a maior alta para o diesel, de 6,09%, e o Centro-Oeste concentrou o maior aumento para o tipo S-10, avanço de 6,84%.

A Região Norte permanece liderando o ranking dos preços médios mais altos, com o diesel comum a R$ 5,440, e o diesel S-10, a R$ 5,508. No Sul, os valores mais baixos por litro foram registrados: o tipo comum foi comercializado a R$ 4,807, e o tipo S-10, a R$ 4,88.

Os postos do Acre continuam a apresentar o diesel comum mais caro do País, comercializado a R$ 5,941, avanço de 3,30% no comparativo com setembro. Já no Paraná, o preço médio mais baixo foi registrado pelos postos, a R$ 4,761, mesmo com a alta de 6,06%. O cenário no recorte por estado é o mesmo para o diesel S-10, comercializado nos postos acreanos a R$ 5,997, e nos postos paranaenses, a R$ 4,840 .7.840.

Os maiores aumentos dos preços médios foram registrados no Amazonas, de 9% no caso do diesel comum, e de 8,30% para o tipo S-10. Nenhum estado apresentou recuo nos preços para o diesel no fechamento da média de setembro.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

José Aparecido Ribeiro é jornalista

www.zeaparecido.com.br – Whatsapp 31-99953-7945 – jaribeirobh@gmail.com

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3 thoughts on “Diesel acumula alta de 42% e caminha para R$6

  1. É muita treta nesse momento da Petrobrás, só lucro em ações.
    Tem que privatizar pelo menos parte da empresa.
    Você produzir diesel e etanol e ter que vender só pra Petrobras é um absurdo.
    No Mato Grosso produzem o álcool e o diesel tem que levar o produto longe pra depois voltar na bomba com preço elevado.
    Tem que liberar isso aí.
    O próprio produtor poder vender diminui os atravessadores.
    Brasil é cacique demais, muita gente torcendo contra.
    O governo tenta os políticos e STF são contra.
    Aí fica dificil.
    Que caiam todas as muralhas de Brasília.
    Deus acima de tudo.

  2. Se o Presidente não tomar uma providência não sei o que será.
    Já não podemos ir ao mercado,cada dia que passa o susto é maior.
    E a inflação subindo…..
    Chega de fazer o povo sofrer. Queremos o direito à alimentação e lazer.
    Tudo cai pro lado do povo.
    Vem eleições ai, espero que o POVO SAIBA VOTAR NOS SEUS REPRESENTANTES.

  3. Não é justo ser assim tão injusto com o comando federal, pois Bolsonaro zerou os combustíveis fósseis processados pelo monopólio estatal da Petrobrás. Então, os altíssimos custos do diesel, da gasolina e de todos os derivados petrolíferos são culpa dos administradores da empresa e dos impostos e taxas com que os oneram as governanças estaduais e municipais.

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