Associação Ministério Público Pró-Sociedade REPUDIA vacinação em crianças e aciona ANVISA

A Associação Ministério Público Pró-Sociedade, que reúne membros dos MP´s Federal e Estaduais de todo o país,  repudia vacinação com experimentos em crianças

A Nota Pública abaixo foi encaminhada pelo Procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Dr. Carlos Eduardo Fonseca Da Matta ontem, segunda-feira dia 3/1/2022 e é sustentada por 21 estudos científicos, bem como apontamentos feitos nas próprias bulas de fabricantes que revelam os efeitos nocivos do experimento que poderá se tornar vacina, caso comprove eficácia e segurança, somente em 2026  – NOTA do MP PRÓ-SOCIEDADE na íntegra.

Nota Pública: injeções experimentais em crianças

Aos membros do Ministério Público com as respectivas atribuições funcionais é que cabe fiscalizar e questionar administrativa e judicialmente atos de agências reguladoras, como a Anvisa. 

Inoportuno e inadequado, pois, que entidades de classe invadam a atribuição dos Procuradores/Promotores de Justiça naturais e posicionem-se em apoio a uma deliberação de agência reguladora, passível de questionamento judicial ou extrajudicial, máxime em cenário no qual entidades médicas, médicos e cientistas de renome e sem conflitos de interesses com a indústria farmacêutica acentuam importantes riscos de efeitos adversos graves e até mesmo de morte de crianças, que venham a ser expostas a produto (impropriamente chamado de vacina) cujos resultados de pesquisas de segurança estão previstos pela fabricante para 2026. 

Em que pese suposta boa intenção, é grave desconsiderar a questão das injeções experimentais genéticas Covid, especialmente quanto à sua aplicação a crianças.

Importante é ter em mente o alerta de Kary B. Mullis, ganhador de Prêmio Nobel, inventor do PCR, de que: “A ciência está sendo julgada por pessoas que não a compreendem”.

Como apontam os estudos arrolados no rodapé, as injeções genéticas experimentais podem ocasionar os seguintes efeitos:

Transformar células de órgãos nobres do corpo humano, cérebro, coração, pulmões, testículos e ovários, entre outros, em entes quiméricos, um misto de humano e vírus, que produzem sem controle toxinas potencialmente mortais e extremamente nocivas à saúde; que são as proteínas Spike 1;

– O sistema imunológico da pessoa inoculada passa a ver tais células de seu próprio corpo como o inimigo e as destrói em reação autoimune 2;

– Este mecanismo de ação, extremamente nocivo 3, leva à natural formação de coágulos, possíveis tromboses, AVCs, infartos, inflamações cardíacas, como miocardite e pericardite, danos neurológicos e cardíacos gravíssimos 4, de que são comprovação prática as dezenas de milhares de mortes e milhões de efeitos adversos, muitos deles gravíssimos, já registrados nos sistemas de farmacovigilância americano, britânico e europeu 5,6,7,8,9.

De outro lado, Covid é doença que raríssimamente evolui para casos graves ou mortes em crianças e adolescentes saudáveis, sendo a equação benefício/risco extremamente desfavorável ao experimento científico, como o afirmam grande número de médicos e cientistas renomados, e recentemente foi assentado no Congresso Mundial de  Médicos sobre Covid, promovido pelo World Health Council e pela Associação Médicos  pela Vida 10,11 .

A simples circunstância de que não há qualquer espécie de segurança em longo prazo, inexistindo quaisquer estudos neste sentido, torna absolutamente evidente o caráter de experimental de tais injeções, que não preenchem o conceito técnico e consagrado de vacinas: não imunizam, não impedem infecção ou transmissão a terceiros, conforme exposto por parte da classe médica e demonstrado por estudos já amplamente divulgados, 12. Da mesma forma, mais de 15.000 médicos e cientistas assinaram declaração contra a vacinação Covid 19 para crianças, 13, além da Organização Mundial de Saúde ter mencionado não haver “urgência para vacinas contra Covid para crianças” 14.

Há estudos científicos que apontam o grave risco de ADE, antibody dependent enhancement, doença agravada por anticorpos facilitadores da ação do vírus, e de fragilização do sistema imunológico dos inoculados, 15, 16, 17, 18 .

Submeter crianças e adolescentes a tais injeções experimentais são tiros no escuro e no futuro das crianças, diante da ausência de estudo conclusivo sobre as possíveis adversidades oriundas das injeções.

Pais e responsáveis legais podem ter legítimas razões e convicções científicas ou jurídicas aptas a justificar a decisão de não submeterem seus filhos ao tratamento experimental, e, nesta situação, a decisão dos pais é insidicável e inatingível pelo Estado, cuja função em uma democracia é de tolerá- la e assegurá-la, jamais de censurá-la e puni-la.

O Código de Nuremberg proíbe expressamente experimentos científicos obrigatórios, exigindo consentimento livre e informado, constituindo a violação destes direitos humanos fundamentais verdadeiro crime contra a humanidade, 19, 20, 21 .

Não adianta tornar agora obrigatório tal experimento, sob alegação de ignorância de seus possíveis perigos, pretexto falso, e depois pedir desculpas pelos terríveis danos causados, como aconteceu no tristemente famoso caso da talidomida, que permaneceu no mercado e em amplo uso por seis anos, antes de finalmente ser tornada restrita, após dezenas de milhares de casos de teratogênese e incontáveis abortos.

É ainda essencial a observância dos princípios da precaução e da não-maleficência (primum non nocere) e de que onde há risco deve ser assegurada a escolha individual”,

Associação MP Pró-Sociedade consultou os seguintes estudos para confeccionar a Nota Pública:

1 https://www.bitchute.com/video/fHIT55iM4Zv9/ Prof. Dr. Sucharit Bhakdi, PhD, médico, microbiologista, dedicou  sua longa carreira a e é especialista em doenças infecciosas, professor de várias universidades alemãs.

2 https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/direito-constitucional-a-vida-e-o-ato-medico/

3 https://worldcouncilforhealth.org/campaign/covid-19-vaccine-cease-and-desist/

4 https://thelibertydaily.com/here-is-the-video-by-dr-peter-mccullough-that-is-changing-minds-about-the-vaccines/

5 https://www.francesoir.fr/societe-sante/allemagne-autopsies-5-deces-sur-10-lies-aux-vaccins

6https://www.bitchute.com/video/fHIT55iM4Zv9/ 7https://vimeo.com/583087959/ Dr. Byram Bridle, MD, PhD, Professor de imunologia viral, da Universidade de Guelph, Canadá,

8 https://openvaers.com/covid-data/mortality

9 https://youtu.be/pyPjAfNNA-U

10https://www.aimsib.org/2021/07/25/la-comparaison-entre-mortalite-par-covid-et-letalite-due-aux-vaccins-est-juste- catastrophique/

11https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/ementa-do-relatorio-do-primeiro-congresso-mundial-do-wch- mpv-tratamento-integral-da-covid-19/

12https://medicospelavidacovid19.com.br/documentos/ementa-do-relatorio-do-primeiro-congresso-mundial-do-wch- mpv-tratamento-integral-da-covid-19/

13https://alibertadora.com.br/2021/12/19/mais-de-15-000-medicos-e-cientistas-assinam-declaracao-contra-a- vacinacao-covid-19-para-criancas/

14 https://news.un.org/pt/story/2021/11/1771612

15 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33113270/

16 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12725690/

17 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33113270/

18 https://rumble.com/vlhxuh-we-have-leaky-vaccines.html

19https://ecfsapi.fcc.gov/file/7520958369.pdf 20https://media.tghn.org/medialibrary/2011/04/BMJ_No_7070_Volume_313_The_Nuremberg_Code.pdf

21 https://encyclopedia.ushmm.org/content/en/article/nazi-medical-experiments

José Aparecido Ribeiro é jornalista

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12 thoughts on “Associação Ministério Público Pró-Sociedade REPUDIA vacinação em crianças e aciona ANVISA

  1. Deixo aqui a minha revolta, no que tange, à “vacilação” em massa da nossa nação; visto que, está mais do que comprovada a não eficácia das picadas de ambos os laboratórios que desenvolveram as vachinas. Portanto, não concordo com as picadas em nenhum ser humano, inclusive em jovens e crianças.

  2. Se já repudio para adultos, imagine para crianças…

    BOLSONARO 2022 🇧🇷🇧🇷🇧🇷

    1. Concordo. Acho que um crime contra a humanidade,esta em andamento e a sociedade permanece idiotizada. Alguns irão pagar caro por estes crimes, principalmente contra as crianças e adolescentes.

  3. Eu e minha família jamais tomaremos essa vacina experimental.. E qualquer um que tente vacinar meu filho cairá por terra . estou preparado pra resistir até o último momento… Sei que vou ter cai.. Mas deixarei bem caro.. Pra pra eles também.. Mexam comigo… Jamais com com meu filho…

  4. Muito bom o texto, Parabéns já que não temos autoridade para defender nossas crianças que um homem como você o faça. Muito bem lembrado o caso da Talidomida e quando o desastre está pronto não temos médicos que resolva o que os ditos( poderes) resolvem. Não vacinem seus filhos, eu adulta 84 anos fui obrigada a tomar a tal vacina pois não entraria em casa segundo meus familiares.

  5. Herodes voltou para matar os santos inocentes,
    Gostaria de saber de netos desses ditadores serão vacinados
    Apesar de que quem não tem Deus não tá nem ai com nada.
    Pimenta no olho dos outros não dói.
    Isso gente é dinheiro falando alto, tem que vender vacina.
    Daqui uns dias tem que vacinar gato, cachorro, boi aves etc.
    .vender vacina tá me entendendo?
    E fiquem quietos, malcriados.
    Recado tá dado.

  6. O pior é o juiz de São José do Rio Preto SP, da vara da criança e juventude , que deveria proteger as nossas crianças , disse que os pais que não vacinarem as crianças , seriam multados e perderiam a guarda dos mesmos. Esse sim é um genocida . Como que um pai e uma mãe vão permitir que injetam alumínio na veia de seus filhos.

      1. No início vacina era divulgada como necessárias aos idosos, foram ardilosamente baixando a idade até chegar a este absurdo vacinar criança de 5 anos, onde iremos parar?

  7. Parabéns pela matéria Zé Aparecido e pela coragem de ir contra àqueles que defendem a tal picada obrigatória e agora em crianças.

  8. Quando o problema aparece, quem tem de correr atrás para tentar resolver é a família, sem nenhum respaldo do poder público e dos canalhas que induzem a vacinação compulsória, inclusive os “vacilovers” sem o mínimo conhecimento do assunto, repetidores do mantra “vacina salva vidas”.

    Falo por experiência própria: um familiar próximo , 30 anos, desenvolveu miopericardite pós veneno Astra zeneca.

    Nem os médicos que atendem a ocorrência querem relacionar a sequela ao experimento. Ficam no “talvez… pode ser… não tem como comprovar…”

    E quando a coisa estourar (estábem perto), vai ser como há pouco na Itália com família que pediu indenização por morte de “vacinado”: a vacina não é obrigatória. Tomou porque quis…

    Obrigatório é o passaporte. O veneno não.
    Canalhas! Genocidas!
    Vocês, advogados, juristas… façam alguma coisa com urgência. Não se acovardem.

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